Eu sou Nádia Campos, Psicóloga graduada pela Universidade de Uberaba, com Formação em Terapia Comunitária pela Interface/SP.
Meu trabalho sempre esteve ligado a área social e comunitária, o que me possibilitou adquirir uma boa experiência no atendimento psicoterápico, devido à diversidade dos "casos" atendidos.  Hoje trabalho no atendimento às pessoas que por algum motivo estão impossibilitados de se encaminharem a alguma clínica de psicologia, trabalho este denominado Home Care, ou seja, trabalho com  o Atendimento Psicológico Domiciliar, e paralelamente a este realizo Grupos de Terapia Comunitária.

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"...muitos de nós se desiludem da realidade,considerando-a cruel,mas o que não percebem é que são nossos sonhos ideológicos e fanTasiosos que apagam a beleza da realidade..."

 

 

Livros:

Porque escolhi você? Autor: Steve Biddulph e Shaaron Biddulph


Quem me roubou de mim? Autor: Pe. Fabio de Melo

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Para Ler e Refletir

 

Que valor você dá à sua alma?

Por Fernanda Lopes de Luzia

 

 

 

 

 

Existem coisas simples para serem aprendidas, mas o ser humano continua buscando as grandes. Maior do que o conhecimento obtido em grandes faculdades, existe um conhecimento que é necessário no dia a dia - o conhecimento de si mesmo, a valorização de si mesmo. Prestar atenção àquilo que é verdadeiramente importante na vida.

Nós continuamos cultivando sofrimentos por não estarmos nos alinhando à nossa alma. Caminhamos, por vezes, num sentido completamente oposto a isso. E como diz aquela frase "As vezes menos é mais".

Poluímos nossa mente de crenças que não nos ajudam a crescer, de memórias negativas, de tensões diárias. Sufocamos nosso tempo, pressionamos nosso coração. E continuamos exatamente no lugar onde estamos afinizados. E é complicado assumir isso. É mais fácil acharmos culpados por aquilo que estamos vivenciando e transferirmos responsabilidades.

Damos tantos passos pra frente e tantos outros pra trás, porque ainda não compreendemos as lições da Mãe Natureza. Não aprendemos a fluir com o rio. Nadamos contra a correnteza!

É preciso que nos valorizemos mais, evitando desgastes desnecessários! Brigar com cada pedra no meio do caminho, não nos ajuda a chegar até o mar. Só nos faz atrasar o percurso.

É preciso olhar para dentro. Observar de fora por um momento as nossas próprias ações e perceber se estamos sendo egoístas, se estamos praticando realmente o amor! Aquele amor que não combina com egoísmo, pois sabe que suas ações e palavras afetam e transformam definitivamente o mundo em que vive.

Prosperidade é ajudar a si e a quem caminha junto conosco. É valorizar a si e ao outro. É não despejar lamentações sobre o mundo, é não ser mais um de tantos críticos por aí. É fazer diferença! Temos que ter coragem de sermos aquilo que verdadeiramente somos e não aquilo que os outros esperam de nós!

Temos que aprender a sermos mais leves. Deixarmos a alma livre para se expressar no mundo, para transformar o medo em amor.

Para transformar disputas em partilha, para olharmos nos olhos, ao invés de abaixarmos a cabeça, para dar as mãos ao invés de cruzar os braços! 

Reflita sobre as suas atitudes e sobre que lugar você tem ocupado em seu mundo. Perceba o valor que tem dado para as coisas que verdadeiramente valem a pena. Perceba se você vem sendo grato às pessoas que lhe ajudam a crescer, as pessoas que lhe fazem sentir-se amado. Perceba onde está sua alma, se se mistura por vezes à alma das outras pessoas, se enxerga o teu próximo como centelha divina, perceba se você colabora com o mundo ou só faz ele um pouco pior, perceba se aquilo que você fala edifica ou destrói relações, se seu sorriso tem sido usado, se seu abraço tem sido praticado, se no meio de tanta correria e pressão do seu dia, você é capaz de lembrar-se de Deus e das coisas do coração, se você ainda é capaz de ser terno e brincar como criança. Perceba se suas preocupações não roubaram-lhe a alegria e se você tem tempo pra você e pras pessoas que você ama.  

Perceba se você é capaz de manter o foco por um momento em uma coisa só r esvaziar sua mente por um segundo. Perceba se junto à coleta de lixo diária você recicla também seus sentimentos. Se o perdão é palavra usada em seu dicionário. Perceba se você arruma suas gavetas ou há desorganização por todo canto, perceba também as pessoas que tem deixado de lado. 

Perceba se você é capaz de dançar junto ao som das buzinas do trânsito, de dar risada das preocupações tolas, de deixar pra lá aquilo que só oprime o seu espírito, de ajudar os outros com a sua serenidade. Perceba se no meio de uma discussão você a alimenta ou acalma e se no meio da depressão de alguém, você chora junto ou é capaz de trazê-lo à realidade 

Perceba aquilo que você tem feito em sua jornada, coloque na balança as lamentações e as canções, as vitórias e o que aparentemente você chamou de fracassos. Perceba as suas emoções e faça um balanço de suas instabilidades e estabilidades. 

Descubra a si mesmo. Descubra o que tem feito por si e pelo outro. Descubra-se no planeta onde vive e reconheça-se como um ser criador de todas as suas possibilidades!!!









Psicoterapia

 

Fazer ou não fazer?!! Eis a questão!!

 

 

 

Muita gente quando pensa em fazer terapia acaba se perguntando: Como eu sei que preciso de terapia? Qual o melhor momento para começar? Como escolher um profissional? Onde pode ser feita?

 

Em primeiro lugar é importante ter a consciência de que a terapia não é destinada somente a quem sofre de algum tipo de transtorno mental. O preconceito pode ser nosso maior inimigo, limitando nossa visão sobre o mundo. Então, quando pensar em terapia, é fundamental deixar a mente aberta para ver além dos mitos sobre ela. Também é fundamental saber os benefícios que uma psicoterapia pode trazer, assim, fica mais fácil identificar se isso será valido ou não. Estar interessado e interado sobre o assunto pode fazer muita diferença.

Antes de qualquer coisa, é preciso saber que ao procurar um psicólogo é necessário estar realmente disposto, que não seja uma escolha baseado na opinião de alguém, pois, uma terapia exige comprometimento, dedicação e responsabilidade para obter os resultados desejados, portanto, é preciso querer isso pra si.

Muita gente tem uma falsa idéia de que a terapia só pode ser feita em uma sala com um divã, onde o cliente fica sentado ou deitado e o terapeuta apenas ouvindo. No entanto, nem todas as terapias são assim, esse quadro clássico, que a maioria das pessoas tem em mente, é baseado na psicanálise, onde há pouca interferência do terapeuta na fala do cliente. Em outras psicoterapias é mais comum que haja uma troca, onde o psicólogo fala mais, devolve a fala do cliente e, juntos, vão construído a terapia. Hoje, o espaço também não é limitado a uma sala de consultório e a terapia pode ser desenvolvida em outros locais como a própria casa do cliente, ou seja, hoje já se realiza o atendimento psicológico domiciliar.

Outra questão fundamental esta relacionada ao primeiro contato com um terapeuta, esse é um momento importante não só para esclarecer suas dúvidas sobre a forma de trabalho do terapeuta, como também para perceber como você irá se sentir diante dele. Se ainda existem dúvidas sobre fazer terapia ou não, a primeira entrevista pode ser importante para a decisão, é a oportunidade de verificar se aquilo que é oferecido está de acordo com o que você quer. O cliente tem toda liberdade para não gostar do que foi apresentado, buscar outras formas de trabalho ou simplesmente ter um tempo pra pensar. Tendo isso em mente, a pressão de se fazer uma terapia diminui. Assim, esse primeiro momento se torna apenas um dado adicional para uma boa escolha.